Total de visualizações de página

domingo, 10 de julho de 2011

Poluição Visual







A poluição visual é bem comum nos meios urbanos. Imagens de outdoor, cartazes, e outros meios de comunicação servem para transmitir informações, entretanto, o uso excessivo destes recursos pode ser considerado poluição. O excesso de informações e propagandas pode causar stress, desconforto visual, distração para os motoristas, etc.

A poluição visual se encaixa no que é definido pela Lei 6.938/81 em seu Art. 3°, III, alínia d, como a “... degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente... afetem as condições estéticas e/ou sanitárias do meio ambiente;”. 
Segundo a Lei de Crimes Ambientais, Lei 9.605/98, Art. 65, apenas a pichação é considerada crime a qual é aplicada a pena de detenção e multa. Todavia, alguns municípios tem adotado algumas medidas específicas por conta própria para tentar diminuir a poluição visual. Em São Paulo, no ano de 2006, a Lei Municipal 12.115/96 que regulamentava a fixação de anúncios publicitários pela cidade foi revogada pela nova Lei Municipal 14.233 que ficou conhecida como a “Lei Cidade Limpa”. 
A medida causou grandes transformações na cidade criando restrições para os anúncios indicativos fixados no próprio local do estabelecimento e proibiu anúncios publicitários em táxis, ônibus, bicicletas, outdoors, painéis, backlights e frontlights em fachadas de prédios.



Fonte: TCC Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica ( Gabriela D. P. Faria)

sábado, 25 de junho de 2011

Coleta Seletiva








 Coleta seletiva é o processo de separação e recolhimento de materiais recicláveis: papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, que podem ser reutilizados ou reciclados. Ela pode ser utilizada na geração de empregos, aproveitando os “catadores de lixo” dentro de uma atividade mais vantajosa e com condições de salubridade melhor administrada.
A coleta seletiva é um instrumento concreto de incentivo a redução, a reutilização e a separação do material para a reciclagem, buscando uma mudança de comportamento, principalmente em relação aos desperdícios relacionados ao consumo desenfreado e irresponsável. Compreende-se então que é preciso minimizar a produção de lixo e maximizar a reutilização, além de diminuir os impactos ambientais negativos decorrentes da geração de resíduos sólidos. É importante citar que os resultados mais significativos de um processo de coleta seletiva são o combate ao desperdício e a preservação ambiental. O compromisso social e o retorno econômico podem ser acrescentados aos benefícios alcançados.

As cores das lixeiras utilizadas para a separação de lixo são: 

Azul para papel e papelão; Verde para vidro; Amarelo para metal (alumínio e metais ferrosos); Vermelho para plástico; Marrom para lixo orgânico (restos de alimentos ou podas de árvores que podem ser transformados em adubo); Cinza para rejeito (material sujo e/ou que não serve para a reciclagem);
Preto para madeira; Laranja para resíduos perigosos; Branco para resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde; Roxo para resíduos radioativos.


É imprescindível também estabelecer um local prático e de fácil acesso para a colocação desses recipientes.






Fonte: TCC Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Nosso Planeta pede Socorro! ( Parte 3 )




Inúmeras mudanças nos nossos hábitos e atitudes não afetarão o nosso conforto e bem estar, e, no entanto, trarão benefícios imensos ao Planeta: desde o uso racional da Internet (com seus 200 milhões de acessos diários, já equivalem a uma emissão de 1,5 milhão de quilos de CO2 por dia), economia de água e energia, eliminação de todo tipo de desperdício, participação no combate à miséria, coleta seletiva do lixo, reciclagem de tudo que for possível, substituição dos nossos carros por modelos mais econômicos e, preferencialmente, a álcool que é menos poluente.
Este último item é gravíssimo e não estamos dando importância a ele; nossos carros consomem, cada vez mais, recursos naturais não renováveis: estamos na contra mão do que seria a conservação da Natureza.
E como item fundamental para mudanças nos nossos hábitos: comprarmos somente o necessário, através do consumo consciente e do desapego, com menos roupas, menos sapatos, menos brinquedos, menos trocas e compras de celulares e computadores, menos móveis, menos louças, menos milhares de outros itens.
Para a produção de tantas coisas desnecessárias que compramos, todas as matérias primas, na grande maioria não renováveis, são retiradas da Natureza. Não esqueçamos que para produzir 1 grama, 1 quilo, 1 tonelada de um determinado material, muitas vezes, é necessário retirar várias toneladas de matéria prima da Natureza.
Não se trata simplesmente de não consumir, mas de consumir responsavelmente.
Todos os caminhos que tomarmos nessa empreitada para reverter a devastação do Meio Ambiente, com certeza nos conduzirão para o consumo responsável e o combate à miséria no Planeta, numa nova ótica “Sócio-Econômico-Ambiental”. Podemos fazer a nossa parte, não apenas mudando nossos hábitos, mas, também, apoiando, ajudando e copiando iniciativas de organizações, como a MSF (Médicos Sem Fronteiras no Mundo), que levam atendimentos humanitários às comunidades mais carentes do Brasil e no restante do Planeta.
Por um lado, existem agressões ao Planeta, provocadas pelo consumismo, pelo desperdício, pelo luxo, pelos gastos com armas (3 trilhões de reais por ano no Planeta), com drogas (1,5 trilhão por ano), com cigarros (120 bilhões por ano, só na Europa). Por outro lado, bastariam, por exemplo, 25 bilhões para que toda a população da Terra tivesse acesso à água potável, valor insignificante se comparado aos outros valores. Vale ressaltar que, enquanto o PIB no Planeta cresceu 134% na década de 1990, a miséria cresceu 1000%.
Outro fato triste é o incentivo ao desmatamento das florestas naturais. A cada minuto, 25 hectares de florestas, que são responsáveis por 75% de toda a biodiversidade, são destruídos no Planeta. A Floresta Amazônica é a mais devastada de todo o Globo. Nos últimos 9 anos, foram devastados mais de 16 milhões de hectares de sua superfície; são 1,3 milhão de hectares devastados e 500 bilhões de quilos de CO2 jogados na atmosfera por ano.
Do total de gases do efeito estufa emitidos no Brasil, 70% é devido ao uso da terra: além do CO2, são emitidos os gases Metano e o Óxido Nitroso, muito mais prejudiciais ao Meio Ambiente do que o CO2.
A pecuária é responsável por 75% dessa devastação. Nas cidades com grandes rebanhos o Índice de Desenvolvimento Humano é igual ao dos países mais pobres do Planeta. É uma atividade extremamente predatória do Meio ambiente, sem geração de empregos ou distribuição de renda. Devido a toda essa devastação, nos últimos cinco séculos mais de 800 espécies de animais e plantas foram extintas; outras 17 mil estão ameaçadas hoje no Planeta. No Brasil, em 1992, 330 espécies de fauna e flora estavam ameaçadas de extinção; em 2008, o número pulou para 1100 espécies ameaçadas.
Após estas reflexões, com certeza, não seremos mais os mesmos em relação ao nosso Planeta e a todos os habitantes que nele residem. “Ao adquirirmos um conhecimento, assumimos um compromisso com esse conhecimento”.





Fonte: TCC - Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica ( Gabriela D. P. de Faria )

sábado, 21 de maio de 2011

Nosso Planeta pede Socorro! ( Parte 2 )





Afirmam os estudos que, se não ocorrerem mudanças profundas e urgentes nos nossos hábitos e atitudes de consumo e respeito ao Meio Ambiente, já em 2020 terão desaparecido muitas outras espécies vegetais e animais que levaram bilhões de anos de penoso trabalho evolutivo.
Em 2100 as temperaturas médias do Planeta terão aumentado 8°C e a vida no Planeta estará inviabilizada. O Hemisfério Sul, onde se localiza o Brasil, será o mais afetado. Sabe-se que variações de apenas 1 a 2°C causam grandes alterações nos ciclos biológicos dos vegetais e animais, incluindo também a humanidade.
Segundo a corrente otimista entre os cientistas, o aumento de temperatura no Planeta não poderá ultrapassar a 2°C em relação ao fim do Século XVIII. Acima disso, aumentam as possibilidades das catástrofes ambientais.
Para os mais cautelosos, esse aumento não poderá ultrapassar 1°C, pois uma elevação de 1,5°C já será suficiente para o derretimento de todo o gelo do Ártico e da Groelândia, o que causará uma elevação do nível dos oceanos em até 7 metros. Terá desaparecido a maioria das cidades litorâneas e das ilhas habitadas dos oceanos pelo degelo dos pólos, que está ocorrendo numa velocidade superior às piores previsões científicas. Terão desaparecido também, 97% dos recifes naturais de coral e com eles, várias espécies de peixes, e 80% da população humana, pela falta de água e de alimentos e por doenças. Os outros 20% estarão vivendo nos pólos.
A população ainda está equivocada, porque age como se a salvação do Planeta estivesse na mão dos cientistas, das ONGs, governos, leis, entidades, ou obras faraônicas; Salvar o nosso Planeta não está lá fora, está dentro de cada um de nós, nas pequenas atitudes, mas que fazem grande diferença.
Como exemplo simples, se um terço da população economizasse uma única folha de papel, seriam mais de 3 bilhões de folhas, 4 milhões de resmas, equivalentes a quantas árvores? Estas podem ser respostas, mesmo à custa de agressões ao Meio Ambiente, mas e os outros danos provocados pela produção do papel?



Fonte: TCC - Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica (Gabriela Faria)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Nosso Planeta pede Socorro! ( Parte 1 )





A Terra levou mais de 4 bilhões de anos para fazer as árvores, e nós, em poucas décadas, a transformamos numa paciente que está na UTI. O desperdício e o consumo não responsável de um terço da população, sugando recursos naturais (água, árvores, metais, petróleo, etc.) que levaram bilhões de anos para se formarem, poluem o ar, as águas e o solo; secam as nascentes; exterminam as espécies animais; dizimam as florestas naturais, extenuando a Terra, em prejuízo dos dois terços que menos consomem, dos quais 1 bilhão de pessoas são desnutridas crônicas, ou, conforme Bill Clinton, “dormem com fome”. “Dizem que o hábito suja os olhos; a gente olha, mas não vê”. Habituamos ao consumismo e ao desperdício, a olharmos e não vermos tanta fome e miséria.
Já são 300 milhões de pessoas atingidas pelos desequilíbrios climáticos no Planeta. Em 2030, serão 500 milhões e, em 2050, mais de 1 bilhão. Morrem por ano mais de 300 mil pessoas devido aos desequilíbrios climáticos; em 2050, serão 500 mil mortes por ano. Os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento assumem o ônus de 99% das perdas humanas e 90% das perdas econômicas nas tragédias climáticas.
Os 17 países que mais poluem, são responsáveis por 80% das emissões de gases que provocam o aquecimento global. Os 50 países mais pobres são responsáveis por apenas 1% das emissões. O Brasil, com todos os recursos naturais que possui, é o 4° maior poluidor do Planeta.
Outros dados que mostram as diferenças sociais e de consumo são os referentes à produção de lixo pelas populações: em média, uma pessoa produz 1000 gramas de lixo por dia, resultando no total assustador de quase 1 bilhão de toneladas por ano no Planeta. Enquanto nos Estados Unidos, o maior produtor de lixo do Planeta, cada pessoa produz diariamente 1800 gramas de lixo (em Nova York, a média é ainda maior: 3000 gramas), os países pobres produzem, em média, 430 gramas por pessoa por dia. No Brasil, a média diária é de 880 gramas por pessoa, mais que o dobro dos países pobres.
No Brasil, são produzidas mais de 2 milhões de toneladas de lixo urbano por ano. Apenas metade tem destinação adequada; a outra metade vai para os lixões. Nesses números não estão inclusos os resíduos industriais, que eram 3 milhões de toneladas em 2004 e 7 milhões de toneladas em 2007, somente dos resíduos que tiveram o destino certo.
Contribuindo ainda mais para mostrar o tamanho das diferenças sociais e de consumo, 80% dos recursos minerais explorados no Planeta são consumidos por apenas 20% da sua população: Os que menos consomem e menos poluem, são os mais penalizados.




Fonte: TCC - Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica (Gabriela Faria)

domingo, 1 de maio de 2011

Poluição Nuclear






A poluição nuclear é ocasionada pela destinação incorreta ou vazamento de resíduos radioativos proveniente de diversas fontes que utilizam a energia nuclear, como por exemplo, as usinas nucleares ou aparelhos de raio-x, e se caracteriza pelo elevado grau de periculosidade devido a capacidade de causar alterações nas estruturas das células, provocando assim, alterações no organismo como um todo. O lixo nuclear, na prática, polui menos do que o lixo comum produzido pelas indústrias e residências porque o primeiro possui um rigoroso controle de destinação e gerenciamento enquanto o segundo encontra-se em qualquer lugar e, embora legalmente devesse, não é bem gerenciado. A enorme e importante diferença é que o lixo nuclear possui a capacidade de permanecer ativo por milhões de anos exigindo o monitoramento constante e, em caso de acidentes as conseqüências são muito mais graves podendo, inclusive, causar danos por várias gerações, como por exemplo o caso do acidente com o Césio-137 em Goiânia para o qual foi criada uma Superintendência permanente para tratar as vítimas do acidente (Superintendência Leide das Neves).



Fonte: TCC - Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica

domingo, 24 de abril de 2011

Poluição da Água







A poluição da água resulta do lançamento de esgoto residencial ou industrial não tratados em cursos de água (rios, lagos ou mares) ou fertilizantes em alta quantidade que o corpo da água não pode absorver naturalmente. Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.
Os contaminantes mais comuns são substâncias tóxicas, agentes tensoativos, partículas sólidas, nutrientes em excesso, compostos orgânicos biodegradáveis, elementos que contenham CO2 em excesso (fumaça industrial, por exemplo), substâncias radioativas, agentes patogênicos e contaminação térmica.




Fonte: TCC - Ecopedagogia: Desenvolvendo a Consciência Ecológica  (Gabriela D. P. de Faria)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Poluição do Solo








A poluição do solo é resultado da introdução de organismos xenobióticos (do grego “xenos”, estranho ou estrangeiro, e “bios”, vida, formando “forma de vida estranha àquele ambiente”) e dos resíduos químicos que são despejados sem cuidado algum. 
A poluição geralmente deriva da ruptura de tanques sépticos, da infiltração de água contaminada através do solo, da introdução de pesticidas, despejo de óleo e combustíveis, locais inapropriados de despejo de lixo, agrotóxicos, etc.
Os contaminantes mais comuns são hidrocarbonetos, solventes, pesticidas, chumbo e demais metais pesados.




Fonte: TCC: Ecopedagogia - Desenvolvendo a Consciência Ecológica (Gabriela D. P. Faria)

Seguidores